A VERDADE:

Do julgamento em tribunal de duas versões opostas de um qualquer facto resultam no mínimo quatro verdades diferentes: as duas correspondentes a cada uma das partes em conflito, a que resulta da sentença doutamente proferida, e ainda aquela que se torna inatingível, aquela à qual nunca se chegará... a que fica 'ad aeternum' no segredo dos deuses."

Por Monteiro de Queiroz, 2020

Gémeos morrem, em pandemias,
com 100 anos de diferença

Gémeos morrem, em pandemias, com 100 anos de diferença
SIC Notícias; 23.abr.2020

Aconteceu nos Estados Unidos da América. Um veterano da Segunda Guerra Mundial, com 100 anos, morreu de Covid-19. O irmão gémeo tinha morrido devido à gripe espanhola.

Os gémeos nasceram a 5 de Dezembro de 1919, mas a pandemia de gripe espanhola acabou por levar um deles à morte, com poucas semanas de vida. Philip Khan, sargento da Força Aérea do Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, acabou por chegar aos 100 anos de vida. Era o veterano mais mais velho do condado de Nassau, nova Iorque.

Durante a guerra atuou como engenheiro e co-piloto, mantendo os aviões abastecidos, numa tarefa que lhe valeu a condecoração com duas Estrelas de Batalha de Bronze. Depois do serviço militar, o veterano trabalhou como eletricista na construção do World Trade Center.

Nos últimos anos de vida, Kahn morava sozinho, em Long Island, onde fazia diariamente caminhadas de um a dois quilómetros.

O neto, Warren Zysman, contou à CNN que, antes de morrer, o avô receava passar por uma nova pandemia.

"Foi algo que ele mencionou com bastante frequência", disse Zysman. "Eu conversava com ele, e ele dizia: 'Eu disse-te que a história se repete. 100 anos não são tão longos assim.'"

Ao longo do século que se seguiu à morte de Samuel, Kahn fez questão de manter viva a memória do irmão, e falar nele recorrentemente, segundo Zysman. "Claramente havia um vazio no coração por nunca ter conhecido o irmão gémeo".

Família não pode realizar cerimónia militar

Ciente do que estava a acontecer no mundo por causa do coronavírus, como conta Zysman, Philip Khan acabou por morrer, de Covid-19, no dia 17 de Abril, depois de ter tido tosse e outros sintomas respiratórios associados à infeção. Estaria consciente, segundo o relato do neto, de que provavelmente tinha contraído o vírus.

"Ele falou muito sobre o irmão nos últimos dias", disse Zysman. A família não chegou a obter os resultados do teste antes da morte. "Ele sempre quis um grande funeral militar, mas não conseguimos proporcionar-lho", lamenta o neto.

Ao invés disso, o cemitério providenciou para que duas pessoas, nas forças armadas, realizassem uma cerimónia militar. E um homem, cujo pai foi um fuzileiro naval durante a Segunda Guerra Mundial, tocou a corneta, à distância .

"Ele ofereceu-se porque a Força Aérea tinha protegido os fuzileiros navais, e sentiu que era uma honra fazer isso pelo meu avô", disse Zysman.

in https://www.msn.com/pt-pt/noticias/mundo/gémeos-morrem-em-pandemias-com-100-anos-de-diferença/ [23.abr.2020]

“Nada poderia ser pior do que um regresso à normalidade”

Arundhati Roy: “Nada poderia ser pior do que um regresso à normalidade”
20.04.2020 às 18h20

Entre o relato-denúncia da tragédia no seu “pobre-rico país” e o “fascínio difícil de explicar” pelo que se passa no outro lado do mundo, a escritora e ativista indiana afirma que estes dias de “terrível desespero” são uma “oportunidade de repensar essa máquina do dia do juízo final que construímos para nós próprios”. E, como aconteceu no passado, também esta pandemia é “um portal, uma porta de entrada entre um mundo e o seguinte”

Para a ativista dos Direitos Humanos e do Ambiente, a opção depois da covid-19 não é regressar ao nosso mundo de “preconceitos e ódios, da nossa avareza, dos nossos bancos de dados e ideias mortas” mas sim “imaginar um outro mundo” e estarmos “prontos para lutar por ele”
GETTY

Quem pode agora utilizar o termo “tornou-se viral” sem tremer um pouco? Quem pode a partir de agora olhar para coisas simples como uma maçaneta de porta, uma caixa de papelão, um saco de legumes — sem as imaginar a fervilhar com aquelas esferas invisíveis, não-mortas e sem vida, pontilhadas de ventosas à espera de se cravarem nos nossos pulmões? Quem pode pensar em beijar um estranho, entrar num autocarro ou mandar os filhos para a escola sem sentir um medo real? Quem pode pensar num qualquer prazer comum sem avaliar o seu risco? Quem entre nós não é um epidemiologista, virologista, perito em estatística e profeta charlatão?

Qual o cientista ou o médico que não está a rezar secretamente por um milagre? Qual o sacerdote que não está - pelo menos em segredo – a submeter-se à ciência? E mesmo enquanto o vírus prolifera, quem não se delicia com o aumento do canto dos pássaros nas cidades, com os pavões que dançam nos cruzamentos e com o silêncio dos céus?

https://expresso.pt/dossies/diario/2020-04-20-Arundhati-Roy-Nada-poderia-ser-pior-do-que-um-regresso-a-normalidade [20.abr.2020]

"Governo não tem que
cuidar dos idosos", diz Bolsonaro
Será essa a ideia?

Mas será essa a ideia que Bolsonaro quiz fazer passar? Ou será antes manipulação jornalística contra ele?

"Governo não tem que cuidar dos idosos, diz Bolsonaro


"Quem tem obrigação de cuidar dos idosos é a família e não o governo. Quem tem abaixo de 40 anos têm que se preocupar para não transmitir o vírus para outros. Para a própria vida, é quase zero o risco. Cada família tem que botar o vovô e a vovó em um canto e evitar o contato a menos de dois metros. O resto tem que trabalhar".

Palavras do presidente da República, Jair Bolsonaro, em entrevista ao jornalista Datena, da TV Bandeirantes.

Sem mais palavras."

Pedro Ribeiro
8 de abril de 2020, 19:56

Pedro Ribeiro é jornalista com passagens pela Gazeta do Povo, Folha de Londrina e O Estado do Paraná. Foi pioneiro com a criação do jornal eletrônico Documento Reservado e editor da revista Documento Reservado. Escreveu três livros e atuou em várias assessorias, no governo e na iniciativa privada, e hoje é editor de política do Paraná Portal."

https://paranaportal.uol.com.br/opiniao/sintonia-fina/governo-nao-tem-que-cuidar-dos-idosos-diz-bolsonaro/ [19.abr.2020]

Desista de ter razão

"DESISTA DE TER RAZÃO
publicado em recortes por José Silveira

Abrir mão da necessidade de ter razão não significa que você não tenha seu ponto de vista. Porém, você tem uma escolha: abrir mão da necessidade de defender seu ponto de vista. Para o ego, render-se significa derrota e desgraça. Contudo, numa perspectiva de evolução espiritual, cabe perguntar a si mesmo: vale a pena seguir nesse caminho?


Grande parte dos relacionamentos humanos são prejudicados pelo confronto entre o certo e o errado. A maioria das pessoas quer impor seus pontos de vista ao mundo. Elas carregam crenças sobre o que é certo e errado e ficam “aprisionados” a essas crenças por anos. De fato, “eu estou certo” e “você está errado” traz o frio conforto de julgar os outros e se sentir superior. A necessidade de estar certo gerará antagonismo, conflito e rejeição.

Ter razão implica que alguém deve estar errado.

Os conflitos surgem como resultado da falta de entendimento de que há tantos pontos de vista quanto há pessoas. Nossos pontos de vista únicos são uma dádiva.

Na realidade, não existe nada como uma, e apenas uma, perspectiva correta. Certo é aquilo que está de acordo com a sua percepção. Você vê o mundo como você é. Os outros veem o mundo como eles são também.


Conforme Deepak Chopra, “este insight é extremamente libertador porque, antes de tudo, faz de você uma pessoa única. No fim das contas, faz de você um cocriador com Deus. Quando sua consciência se expande, a realidade também o faz. Um enorme potencial escondido é revelado”.

Vivemos em um universo que reflete quem somos, o que deveríamos valorizar e celebrar. Em vez disso, defendemos “com unhas e dentes” nosso pequeno pedaço dele. Pensem em como os relacionamentos se desenvolvem. Nós nos damos bem com alguém que concorda com nosso ponto de vista. Sentimo-nos respeitados na sua presença. Vale destacar que as pessoas se aproximam por afinidades, valores e interesses comuns. Grupos são formados dessa maneira.

Por fim, vale perguntar a si mesmo num próximo debate ou discussão: “o que eu quero com essa situação, ter razão ou ser feliz?” Você perceberá que ao adotar uma postura menos defensiva, a não necessidade de ter razão, sua mente vai ficando mais tranquila, começará a sentir mais empatia e sua percepção se expandirá. O resultado disso tudo é uma quantidade enorme de energia que fica disponível quando você desiste da necessidade de ter razão." 


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Sou professor Associado II da Universidade Federal de Santa Maria no curso de Relações Internacionais. Leciono as cadeiras de História das Relações Internacionais na era moderna e contemporânea. Estudioso da obra shakespeariana desde setembro de 1999. Publiquei algumas obras: Sob o signo da Fênix, Sob o signo das Valquírias, Sob o signo das Fúrias, A tragédia da política em Ricardo III, A tragédia da política em Ricardo II e participei com um capítulo da obra Arte e Política do Prof. Dr. Miguel Wady Chaia. Organizei a obra A tragédia da política (Relações Internacionais). Já participei de diversas Antologias Poéticas. Atualmente, tenho uma coluna digital no Diário de Santa Maria.

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Se fossem todos para aquela parte!...

Comemoração do 25.abr em tempos de pandemia...



"SE FOSSEM TODOS PARA AQUELA PARTE!...

- Pedem aos portugueses para não saírem de casa.

- Pedem aos portugueses para não saírem do seu concelho e nem festejarem a Páscoa.

- Pedem aos que trabalham no estrangeiro para terem paciência e não visitarem os seus familiares.

- Pedem...

- Pedem...

- Pedem tudo e mais alguma coisa e agora são os próprios que pedem que não querem cumprir!

Mais de cinco pessoas não devem estar juntas e eles - aqueles que fazem as leis proibitivas para todos - vão juntar cerca de sete dezenas de deputados, aliás doentes mentais, na Assembleia da República para celebrar o 25 de Abril, como que fosse um bem de primeira necessidade.

Isto é gozar com os portugueses. Nunca fui grande adepto das ideologias do socialista João Soares, mas desta vez tenho de estar do lado dele.

Se me quiserem prender que me prendam, mas que vão todos para o raio que os parta!"

por Alcino Fernandes Oliveira em https://www.facebook.com/alcino.oliveira.1 [19.abr.2020]

As verdades nunca contadas ou
ocultadas sobre o 25 de Abril

do blogue Consciência Nacional

"A verdade, a decisão, o empreendimento, saem do menor número; o assentimento, a aceitação, da maioria. É às minorias que pertencem a virtude, a audácia, a posse e a concepção." Charles Maurras

As verdades nunca contadas sobre o 25 de Abril, a verdade histórica e factual.

«Algum tempo antes do 25 de Abril, constava a nível público que determinada legislação (1) criara um diferendo entre os oficiais do quadro permanente e os do quadro complementar, pelo facto de os primeiros se considerarem prejudicados nas promoções.

Um problema, como vemos, aparentemente, de natureza puramente militar que gerou, entre os que se consideravam prejudicados, descontentamento generalizado, como é perfeitamente compreensível. Este conflito deu origem como era natural a reuniões clandestinas de oficiais, certamente, a princípio, para discutirem o problema que os afectava e procurarem uma saída para a sua resolução.

Não surpreende que a partir daquele descontentamento, outros descontentamentos se lhe tenham juntado. Motivos não faltavam e no mundo da política há sempre quem esteja atento às oportunidades que possam servir os seus interesses, pelo que não custa a acreditar que o conhecimento deste descontentamento, aliás bastante público, tenha despertado a atenção dos inimigos, internos e externos, do regime vigente, para o seu possível aproveitamento. 

Nas forças armadas não deviam faltar elementos comprometidos e simpatizantes com forças adversas ao Estado Novo, muito especialmente da política ultramarina seguida pelo Governo, que logo se devem ter aproveitado da oportunidade para se aproximarem do descontentamento desses oficiais, com espírito de colaboração mas com secretas intenções, estranhas, se não hostis, aos objectivos patrióticos [???] do Movimento.

A solidariedade destes novos descontentamentos vinha dar ao descontentamento inicial uma nova força transformando as reuniões clandestinas para resolver um problema militar, em empolgantes preparativos de uma revolta política.

Pensavam, com certeza esses oficiais, mas erradamente, que este alargamento numérico os iria beneficiar, mas o que aconteceu, porém, foi os seus iniciadores terem perdido, a partir daí, o comando do que quer que fosse e passarem a ser, sem o saberem, comandados por políticos escondidos atrás dos Melos Antunes e dos Costa Gomes, entretanto infiltrados.

Como sempre tem acontecido os militares iam uma vez mais ser traídos pelos políticos, fardados ou à paisana.

Esta facção estava atenta e bem apoiada na CIA e no KGB, dois poderosos instrumentos ao serviço do Projecto Global.

O Embaixador Fernando Neves, no seu livro "As Colónias Portuguesas e o seu futuro", refere-se a um documento a que tivera acesso em que se preconizava, em relação a acções a levar a cabo em Portugal, "... elevar a formas superiores, e na base dos princípios do internacionalismo proletário, a luta no seio do exército colonialista português para a vitória das guerras de libertação dos povos africanos. O Exército colonialista deve ser minado pelo interior através de um trabalho de agitação e propaganda maciço que tem por objecto a organização da subversão nos quartéis", o que, como é sabido, veio a acontecer.

Não, naturalmente, por excitação democrática da soldadesca, mas, como se vê, devidamente comandado.

Por outro lado, era igualmente do conhecimento público que interesses hostis aos nacionais, especialmente de matriz americana e soviética, se empenhavam havia muito e abertamente, em acções de vária natureza, com o objectivo de ocupar, com os seus interesses, o vazio que uma vez expulsos dos territórios, ali deixaríamos. Desta maneira acrescentariam alguns ricos e extensos territórios da África Negra ao seu impiedoso neocolonianismo, ao insaciável apetite dos grandes grupos económico-financeiros em jogo. Os portugueses que ali tinham nascido e ali viviam, de todas as cores e credos, apenas ficariam privados, segundo o seu frio ponto de vista, daquilo que havia 500 anos lhes tínhamos dado - uma nacionalidade e com ela uma convivência fraterna que nenhum outro povo europeu soube dar aos povos de cor.

Por outro lado, com excepção da África do Sul, Angola e Moçambique apresentavam índices de crescimento económico e social sem paralelo com quaisquer outros territórios africanos, o que representava um verdadeiro escândalo mundial, devidamente propalado, com laivos de humana indignação, pela corte desses malvados da inteligência que durante décadas esconderam a realidade do regime soviético ao público ingénuo que os seguia, atrás do rótulo de intelectuais, o que lhes dava uma falsa autoridade ante os ignorantes.

Estas realidades transformaram as nossas províncias africanas num escândalo que não podiam tolerar, por pôr claramente em cheque os autores da libertação de muitos povos africanos e os governos locais por eles ali implantados contra-natura, para servirem os seus interesses, como está hoje à vista de todos os que não negam evidências, resultado de uma descolonização motivada por interesses exclusivamente económicos, totalmente estranhos a qualquer tipo de objectivo humanitário.

Promovida em nome da dignidade humana, esta cínica ironia, resiste, na mentalidade pública, mesmo perante a evidência de guerras fratricidas, da corrupção, da incompetência, da fome e das doenças em que conscientemente se lançaram impiedosamente milhões de indivíduos, por mero interesse económico e de poder, na selva política internacional.

A estes interesses, nada importam as destruições materiais e os milhões de mortos e de estropiados que, nestes últimos trinta anos, têm ensanguentado países como a Nigéria, Etiópia, Moçambique, Angola, Chade, Congo, Libéria, Sudão, Somália, Afeganistão, etc, por obra e graça dessa aliança diabólica entre os EUA e a Rússia. Chamam-lhe, para uso mental de tolos, opinião pública mundial.

Opinião pública mundial? 

Melhor seria chamar-lhe canalha manipulada pelos grandes interesses mundiais, ou então, como Julien Green já lhe chamou, estupidez em acção.

Bastaria recordar que os governos africanos saídos desta descolonização comandada pelos altos interesses materiais e apoiada pela inconsciência pública e não pelos motivos humanitários proclamados, gastam mais de doze biliões de dólares por ano na importação de armamentos e manutenção das suas Forças Armadas — soma igual à que recebem das diversas fontes de assistência internacional.

Não se entra em conta com as mortes e as destruições resultantes da utilização destes armamentos, mas quem lhos fornece, entra, porque sem estas vítimas não os venderiam.

Para tentarem alcançar o seu objectivo, aquelas forças hostis a Portugal criaram e financiaram grupos de terroristas, sediados em bases situadas em territórios vizinhos aos das províncias, donde era fácil, dadas as extensas fronteiras, nelas se infiltrarem.

E passaram a chamar-lhes, cinicamente, movimentos de libertação...

O Senhor Dr. Freire Antunes, muito recentemente, em artigo publicado no jornal Diário de Notícias, diz-nos que, segundo René Pélissier, investigador da História Angolana, "a UPA não tinha, em 1961, uma estratégia nacional, mas uma estratégia meramente tribal para os povos de Bacong e Dembos".

Não nos diz o Senhor Dr. Antunes, nem o Senhor Pélissier, quem financiou este grupo terrorista, mas sabem, com certeza, que foi especialmente a Fundação Ford sob o alto patrocínio dessa sinistra figura que foi a Senhora Eleanora Roosevelt, a mulher do Presidente que entregou metade da Europa ao goulag soviético.

A partir de todos estes auxílios e após muitos anos de luta armada sem conseguirem os seus objectivos — os grupos terroristas estavam na iminência de depor as armas — compreenderam que só com uma acção em Lisboa, conseguiriam alcançá-los.

A dificuldade, porém, com que tinham deparado, noutras tentativas fracassadas, era a de não terem encontrado, nem terem conseguido promover, um descontentamento, que é sempre o ponto de partida para qualquer acção de subversão política. Tinham tentado criá-lo, várias vezes, ao longo de anos, mas sem êxito. O aproveitamento do descontentamento entre os oficiais veio dar-lhes a oportunidade de, a partir dele, conseguirem em Lisboa o que não tinham conseguido com o terrorismo no Ultramar. 

A oportunidade era, de facto, excepcional, não só pelos motivos iniciais apontados, mas principalmente pela consciência que todos tinham da necessidade imperiosa do País sair da grave crise em que se encontrava, resultante de não se ter dado ao problema do Ultramar a solução que se impunha de natureza política e não militar [???]. 

As Forças Armadas, por outro lado, estavam na sua quase totalidade, nos territórios ultramarinos. Na Metrópole estavam sobretudo generais na Reserva, oficiais instrutores e recrutas.

Vejamos o que nos diz um órgão da imprensa estrangeira, sobre esta franja não operacional das Forças Armadas. "Resta apenas o problema da NATO: Spínola promove o contacto com o próprio Secretário da Nato, Joseph Luns, [através] de um dos seus amigos da Finança - o Director dos Estaleiros Navais Portugueses, Lisnave, Thorsten Anderson - que participa em Megève, França (de 19 a 21 de Abril) numa misteriosa reunião de importantes homens da política, da diplomacia e do mundo dos negócios internacionais reunidos num igualmente misterioso clube: o Clube de Bilderberg (2).

De 19 a 21 de Abril, Megève é zona vigiada pela polícia francesa como se o visitante fosse um Chefe de Estado. De facto, no Hotel Mont Arbois, propriedade de Edmond Rothschild, reúne-se a flor e a nata da política e das Finanças ocidentais. A reunião é discreta, à porta fechada: os jornalistas não falarão dela; mas é ali que será decidido o destino do mundo ocidental. Desde 1954, e do dia da primeira reunião no Hotel Bilderberg, na cidade holandesa de Oosterbeek, sob a presidência do Príncipe Bernardo da Holanda, que os homens mais influentes do Ocidente se reúnem anualmente para estudar a situação 'política e financeira e estudar ou aprovar programas para o futuro'.

Bastam os nomes dos participantes daquele ano na reunião do Clube para que possa compreender-se a sua importância. São os seguintes: Nelson Rockefeller, Governador do Estado de Nova York; Frederick Dant, Secretário Norte-Americano do Comércio; General Andrew Goodpaster, Comandante das Forças Aliadas na Europa; Denis Healey, Ministro da Fazenda inglês; Joseph Luns, Secretário Geral da NATO; Richard Foren, Presidente da General Electric na Europa; Helmut Schmidt, Ministro da Fazenda alemão, actualmente chanceler, após a demissão de Brandt; Franz Joseph Strauss, definido como homem de negócios alemão; Joseph Abs, Presidente do Deutsche Bank; Guido Carli, Governador do Banco de Itália; Giovanni Agnelli, Presidente da Fiat; Eugénio Cefis, Presidente da Montedison e além destes Thorsten Anderson, homem de negócios português que sonda Joseph Luns sobre as possíveis reacções da NATO perante a possível mudança de regime em Lisboa.

A resposta de Luns, certamente positiva, vem a ser confirmada pelo comportamento, já citado no início, dos navios da NATO defronte da capital portuguesa durante as primeiras horas do golpe de Estado. A sua presença actuou como um silencioso dissuasor contra quem, entre os generais ultras, tivesse tentado opor resistência a Spínola. Os generais sabem da presença dos navios e sabem muito bem interpretar a sua saída de Lisboa na madrugada de 25 de Abril. É evidente que a NATO julga saber quem são os iniciadores do movimento, conhece o seu programa e aprova-o. A reunião do Clube de Bilderberg cumpriu os seus objectivos e neste momento Spínola tem o caminho livre". 

O Poder político, por outro lado, estava nas mãos de um homem fraco, hesitante e pressionado pelos que viam na Europa do mercado comum a solução para todos os problemas pessoais e nacionais, dominados por uma estranha mística de Terra Prometida, donde esperavam que um fácil maná viesse alimentar os seus apetites, insuficiências e vaidades. Para todos eles os territórios ultramarinos eram o único obstáculo à realização dos seus sonhos europeus. Muitas vezes me disseram que entre os marcelistas se afirmava que era preciso abandonar o Ultramar a qualquer preço. Não me surpreende que tenham vindo a desempenhar um papel de relevo na descolonização exemplar, como, impudicamente, alguém chamou ao vergonhoso e sangrento abandono do Ultramar.

Não me surpreende, na verdade, porque quando o chefe é fraco, tudo à sua volta enfraquece. Por isso mesmo não foi necessário derrubá-lo. Apenas caiu.

"O estudo das diversas informações disponíveis respeitantes aos acontecimentos do 25 de Abril permite uma curiosa contagem dos efectivos humanos reais mobilizados no Movimento das Forças Armadas: entre 160 a 200 oficiais, incluídos os de Complemento, e um número não muito superior a 2.000 homens e tropas. A debilidade destas Forças, o seu escasso apetrechamento em material blindado e móvel e o facto de que na mobilização inicial apenas estiveram implicados os oficiais das classes incorporadas na conspiração, fazem suspeitar de que se contava com a falta de resistência do Estado.

Apesar da sua minuciosa preparação, a execução do plano do MFA deixou muito a desejar na prática. Cedo se tornou evidente a inexperiência ou deficiente preparação dos oficiais para tal tarefa. Não se providenciou o armamento mais conveniente e as posições perante os quartéis não comprometidos ou fiéis em princípio ao Governo, foram tomadas de modo bastante incorrecto. Nem sequer se procedeu a uma ocupação sistemática dos pontos-chave.

Na realidade, a situação de madrugada era objectivamente muito frágil para os sublevados. Diversas unidades, como o Regimento Motorizado de Lanceiros 7 e a Guarda Nacional Republicana, permaneciam fiéis ao Governo, que além do mais contava com todos os efectivos da Direcção-Geral de Segurança. Por outro lado a maioria dos efectivos da Aviação e da Marinha, permaneciam em absoluto silêncio. Uma acção enérgica do Governo teria arrumado completamente o MFA. Porque não se terá produzido? É este, outro dos elementos confusos deste golpe de estado.

Muito pouco tempo depois de conhecidos os efectivos dos sublevados e a sua distribuição na cidade, o Director Geral de Segurança pôs-se em comunicação via rádio com o Presidente do Governo refugiado no quartel da GNR, explicou a situação ao Prof. Caetano e informou-o da força real do MFA e das unidades afectas ao Governo ou que até então se não tinham manifestado e solicitou-lhe autorização para actuar, assegurando-lhe que a situação estaria dominada por completo até às 17 horas desse mesmo dia. No entanto o Prof. Caetano não lhe concedeu a autorização solicitada, desejoso, disse, de evitar derramamento de sangue. O Director Geral de Segurança insistiu com o Prof. Caetano por esse mesmo meio em mais duas ou três ocasiões, sem obter a resposta que ansiava. As conversações, emitidas por um posto de rádio de emergência da Direcção Geral de Segurança, puderam ser nitidamente captadas por um razoável grupo de pessoas, incluindo membros do Corpo Diplomático, através dos seus aparelhos de rádio normais. Foram também gravadas por um rádio amador que as passou de imediato para os oficiais do MFA. Essa gravação foi rapidamente levada ao Rádio Clube Português e outras emissoras que o MFA tinha sob o seu controle e ao longo de todo o dia a sua transmissão foi feita de modo ininterrupto.

Ao tomar conhecimento da passividade do Presidente do Governo, as unidades que se mantinham fiéis, ficaram abatidas, e o moral dos ministros do Governo não implicados na conspiração e de outros sectores políticos e administrativos ficou abalado, ao mesmo tempo que as unidades de Aviação e da Marinha que se mantinham na expectativa dos acontecimentos decidiram incorporar-se no MFA".

A má organização, a insuficiência de meios militares das forças que saíram para a rua, que mais pareciam bandos de arruaceiros do que forças disciplinadas, estão bem patentes em declarações do chamado estratego do 25 de Abril, o capitão Otelo, a um jornal espanhol, em que afirmou ter dado instruções aos seus subordinados para se renderem se encontrassem a mais pequena resistência.

Como se vê, a vitória do movimento não se deve, como é evidente, ao famoso estratego Otelo, pois é ele próprio a confirmar que não tinha a mais pequena hipótese de vencer se tivesse encontrado a mais pequena resistência.

Penso que, muito mais importante do que a contribuição deste ingénuo útil, foi, sem dúvida, a dada pelo Presidente do Conselho. Contrariando o que havia muitos anos estava estabelecido a nível do Estado, em caso de emergência, seria para Monsanto e não para o Quartel do Carmo que o Presidente do Conselho se devia ter dirigido. Quebrou, com a decisão tomada, a unidade do Governo, abrindo caminho a indecisões e interpretações que paralisaram qualquer hipótese de oposição à intentona que tinha saído para a rua com a face visível dos capitães e a invisível de interesses hostis aos nacionais.

Tive conhecimento, em Madrid, através de um oficial que na altura prestava serviço no Quartel do Carmo, que o Prof. Marcelo Caetano, logo que entrou, se dirigiu ao Gabinete do Comandante, que ocupou, dando ordens terminantes para que, em circunstância alguma, o interrompessem, tendo fechado a porta à chave. Esteve horas ali dentro, sem contactar com os ministros que o tinham acompanhado, até ao momento em que o General Spínola chegou ao quartel para o proteger de arruaceiros a soldo, que na rua o ameaçavam.

Soube depois, por outra via, que o Comandante Geral da Legião Portuguesa, General Castro, fora uma das pessoas por ele contactadas, tendo-lhe dado ordens para desarmar e dispersar o batalhão que estava no momento a ser municiado. É de presumir que tenha contactado outras entidades militares, dando-lhes instruções para não intervirem. Nesta altura ainda devia estar convencido de que o movimento se fazia a seu favor, o que lhe iria permitir libertar-se do Ultramar, ideia antiga que o obcecava e não conseguira até ali levar a cabo.

Mais tarde, em Espanha, viria a saber pelo Eng. Santos e Castro, que o Presidente do Conselho, quando o convidou para desempenhar as funções de Governador Geral de Angola, lhe dissera que ia com a missão específica de preparar, o mais brevemente possível, a independência do território, informando-o de que igual incumbência fora cometida ao Dr. Baltasar Rebelo de Sousa em relação a Moçambique.

Não tenho dúvidas de que na sua intenção estava a preparação de independências inspiradas no modelo da África do Sul.

Simplesmente o projecto do Professor não estava de acordo com o plano americano-soviético, aprovado na Conferência de Bilderberg, pelo que não passou de um ingénuo útil, mais um, a servir interesses hostis aos de Portugal.

Pelo que ficou dito poderá o leitor melhor avaliar da importância que certamente teve aquela reunião do Clube de Bilderberg na eclosão e desenvolvimento do 25 de Abril e sobretudo tomar consciência das vezes sem conta, quando insuficientemente informados, em que tomamos a aparência pela realidade. Por isso não deve ter sido difícil ao embaixador do CFR, Carlucci e seus ajudantes, aconselhar os nossos aprendizes de feiticeiro a seguir-lhes as sugestões de que dependiam os seus futuros políticos que talvez se possam reduzir a uma só: não façam nada que contrarie o projecto do Governo Mundial, porque nele está a Esperança e fora dele a Tragédia. 

O Partido Comunista, por outro lado, o único com quadros bem preparados, apesar da massa militante ser de terceira categoria, o que o impediu de ir mais longe na destruição do País, conseguiu, no entanto, em curto espaço de tempo, ocupar posições-chave que lhe permitiram lançar a confusão generalizada, utilizando técnicas bem conhecidas dos especialistas na manipulação de massas.

Tudo estava bem estudado e planeado para preencher com a desordem, a intimidação e a arbitrariedade, o vazio do poder.

Surpreenderam-se muitos comentaristas da imprensa internacional que num País com uma História tão antiga e tão rica como a portuguesa, fosse possível a desordem manter-se durante tanto tempo e durante ela os portugueses assistirem impassíveis à sua auto-destruição, se não mesmo a aplaudi-la».

Fernando Pacheco de Amorim («25 de Abril. Episódio do Projecto Global»).
_______________

(1) 13 de Julho de 1973, o Governo de Marcelo Caetano faz publicar no Diário da República a sua sentença de morte. Tratava-se de um simples decreto-lei, número 353/73, que permitia aos oficiais contratados pelo Exército para complementar o quadro de oficiais profissionais (Quadro Permanente, QP) aceder ao QP mediante um curso intensivo na Academia Militar.
O decreto-lei pretendia minorar a situação de falta de oficiais nas fileiras do Exército, a que havia conduzido a guerra colonial.

(2) Clube ou Grupo de Bilderberg é uma conferência privada estabelecida em 1954 para cerca de 150 especialistas em indústria, finanças, educação e meios de comunicação que fazem parte da elite política e econômica da Europa e da América do Norte, contudo ao longo das edições se confirmam a presença de chefes de estado, papas, etc. A denominação Bilderberg é devido ao Hotel de Bilderberg, onde realizou-se a primeira conferência, localizado em Oosterbeek, Países Baixos. O propósito inicial era a preocupação com o crescimento do antiamericanismo na Europa Ocidental, vendo na conferência uma possibilidade de promover a cooperação entre as culturas norte-americana e europeia em matéria de política, economia e questões de defesa.

Todas estas características do Clube Bilderberg fizeram com que teorias conspiratórias surgissem. Grupos de esquerda acusam de ser uma conspiração para impor o capitalismo, enquanto que direitistas conservadores denunciam como uma conspiração para formação de um governo mundial, acima das soberanias nacionais, com vistas à chamada “Nova Ordem Mundial”.

28.out.2018
https://consciencianacional.blogspot.com/2018/10/as-verdades-nunca-contadas-ou-ocultadas.html [19.abr.2020]

"O amor é mais falado do que vivido
e por isso vivemos
um tempo de secreta angústia"

Pensar Contemporâneo
Um espaço destinado a registrar e difundir o pensar dos nossos dias

O amor é mais falado do que vivido e por isso vivemos um tempo de secreta angústia
Por Pensar Contemporâneo


O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.

O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

in https://www.pensarcontemporaneo.com/o-amor-e-mais-falado-que-vivido-e-por-isso-vivemos-um-tempo-de-secreta-angustia/ [19.abr.2020]

Boicote à China pode ser
única opção do ocidente



Boicote à China pode ser única opção do ocidente

16.abr.2020 Diretor do Cafetorah

O governo ditatorial e socialista da China já se mostrou o maior inimigo do ocidente, cuspindo no prato que come e mordendo a mão que acaricia. Ao invés de serem responsáveis e cuidarem de proteger sua população e por consequência, a Mundo inteiro, o crescimento exacerbado da indústria chinesa, junto com a falta de higiene de sua população, tornaram o país em uma estufa de viroses mortais e sem precedentes.

Não há nenhum outro país do Mundo de onde tem surgido tantas epidemias quanto na China. Sua população absurda e a falta de controle das condições de higiene e a fiscalização de mercados populares, é o cenário de um filme que até bem pouco tempo seria apenas ficção científica.

Após a explosão da Pandemia do Coronavírus, nem se quer uma palavra de desculpas foi ouvida pelo governo chinês, eles se sentem acima de tudo e de todos, e é por isso que mais cedo ou mais tarde, vão cair, e ficará difícil para se levantarem depois que isso acontecer. Quando a mão que virá do alto pesar sobre eles, se o arrependimento e as devidas medidas não forem tomados o quanto antes, as centenas de etnias do país, se tornarão um caos.

Enquanto isso não acontece, só existe uma coisa que o ocidente pode fazer, e a mudança de hábitos poderá ser a resposta mais dolorosa que pode ser dada em quem causou este desastre mundial, China não pode ser ignorada, deve sofrer as consequências desta irresponsabilidade. A melhor ação que podemos fazer, cada um de nós, é não comprar mais produtos chineses, pelo menos nos próximos seis meses. A indústria chinesa não poderá se manter sem o poder de compra do ocidente, a pressão social levará o povo as ruas, e o povo nas ruas poderá levar o fim do regime ditatorial.

Ninguém precisa mais do lixo chinês, nem mesmo de suas máscaras, nem mesmo de seus alimentos que Deus sabe lá se não está tudo contaminado. Quando você compra qualquer produto chinês, você não tem como saber se não está contaminado, então, o melhor é evitar, o cuidado é mais um bom motivo para se iniciar um boicote a nível mundial.

A ditadura chinesa já se mostrou bastante capaz na irresponsabilidade, escondendo informação, mentido e manipulando dados de todas as epidemias que surgem no país, a industrialização chinesa é de fato uma incubadora de doenças mortais, que associada as péssimas condições de vida, como a poluição exacerbada, cargas horárias a nível escravo e despejo de resíduos químicos no ambiente, amplia em muito o risco das epidemias.

Junte-se a mim, no Boicote à China, não compre mais produtos chineses, compre de qualquer outro país, mas não da China. Não precisa jogar fora o que já tem, mas não invista mais neste governo ditatorial e irresponsável.

Veja a lista do monitoramento da própria Organização Mundial de Saúde, que já teve muito tempo para fazer algo sério contra o governo chinês, e até agora, nem mesmo uma palavra de censura. Olhe os dados abaixo, eu sei, a lista é longa, mas isto demonstra o quanto o caso é assombroso:

Lista dos Surtos de Epidemias Virais divulgado pela OMS:
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7 de maio de 2013
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Gripe aviária – situação na China – atualização 9
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8 de março de 2006
Gripe aviária – situação na China – atualização 7
6 de março de 2006
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25 de janeiro de 2006
Gripe aviária – situação na China – atualização 2
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Gripe aviária – situação na China
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9 de dezembro de 2005
Gripe aviária – situação na China, Tailândia – atualização 47
7 de dezembro de 2005
Gripe aviária – situação na China – atualização 46
29 de novembro de 2005
Influenza aviária – situação na Indonésia, China – atualização 44
24 de novembro de 2005
Gripe aviária – situação na China – atualização 42
17 de novembro de 2005
Gripe aviária – situação na China, Indonésia – atualização 41
18 de agosto de 2005
Propagação geográfica da gripe aviária H5N1 em aves – atualização 28
Avaliação da situação e implicações para a saúde humana
17 de agosto de 2005
Surto associado ao Streptococcus suis em porcos na China: atualização
3 de agosto de 2005
Surto associado a Streptococcus suis em porcos na China
25 de agosto de 2004
Influenza aviária – atualização: implicações das infecções por H5N1 em porcos na China
20 de agosto de 2004
Gripe aviária: H5N1 detectado em porcos na China
30 de julho de 2004
Gripe aviária – Avaliação da situação atual
18 de maio de 2004
O mais recente surto de SARS da China foi contido, mas as preocupações de biossegurança permanecem – Atualização 7
5 de maio de 2004
SARS na China: investigação continua – Atualização 6
30 de abril de 2004
A China confirma a infecção por SARS em outro caso relatado anteriormente; resumo dos casos até o momento – Atualização 5
29 de abril de 2004
China confirma infecção por SARS em dois casos relatados anteriormente – atualização 4
28 de abril de 2004
China relata caso adicional de SARS – atualização 3
26 de abril de 2004
Pacientes adicionais na China sob investigação por SARS; Equipe da OMS viaja para Pequim – atualização 2
23 de abril de 2004
China relata casos adicionais de SARS – atualização
22 de abril de 2004
SARS: um caso suspeito relatado na China
22 de março de 2004
A atividade da influenza humana permaneceu baixa na maioria dos países
11 de fevereiro de 2004
Influenza aviária A (H5N1) – atualização 21: Diretrizes de vigilância global, investigação de uma possível transmissão de homem para homem: dados sobre a segunda irmã no agrupamento familiar no Vietnã
2 de fevereiro de 2004
Influenza aviária A (H5N1) – atualização 15: Caso humano confirmado adicional na Tailândia; China anuncia suspeita de disseminação de infecção em aves; investigação de possível transmissão de humano para humano
31 de janeiro de 2004
Novo caso de SARS confirmado em laboratório em Guangdong, China – atualização 5
30 de janeiro de 2004
Influenza aviária A (H5N1) – atualização 13: China confirma disseminação de infecção em aves domésticas, Desenvolvimento de uma vacina H5N1 para humanos: necessidade de amostras e vírus, Proteção de trabalhadores envolvidos em operações de abate
27 de janeiro de 2004
Influenza aviária A (H5N1) na China – atualização 10
27 de janeiro de 2004
Atualização 4: Revisão de casos prováveis ​​e confirmados por laboratório de SARS no sul da China
8 de janeiro de 2004
Atualização 3: Anúncio de um caso suspeito de SARS no sul da China; Investigação da fonte de infecção para o caso confirmado começa amanhã
5 de janeiro de 2004
Confirmação laboratorial de um caso de SARS no sul da China – atualização 2
30 de dezembro de 2003
Suspeito de caso de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) no sul da China – atualização
28 de dezembro de 2003
Suspeito de caso de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) no sul da China
17 de dezembro de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) em Taiwan, China
10 de dezembro de 2003
Gripe A (H9N2) na Região Administrativa Especial de Hong Kong da China (SAR)
28 de julho de 2003
Gripe em Hong Kong, Região Administrativa Especial da China
4 de julho de 2003
Atualização 95 – SARS: cronologia de um serial killer
3 de julho de 2003
Atualização 94 – Preparação para a próxima temporada de gripe em um mundo alterado pela SARS
1 de julho de 2003
Atualização 92 – Cronologia das recomendações de viagem, áreas com transmissão local
30 de junho de 2003
Atualização 91 – Pesquisa SARS: o efeito de patentes e pedidos de patentes
27 de junho de 2003
Atualização 90 – Caso no Japão descartado, critérios para remoção da lista de países com transmissão local recente
26 de junho de 2003
Atualização 89 – O que acontece se o SARS retornar?
20 de junho de 2003
Atualização 85 – Definição de caso da OMS para fins de diagnóstico, Hong Kong quase sendo removido da lista de áreas com transmissão local
19 de junho de 2003
Atualização 84 – O SARS pode ser erradicado ou eliminado?
18 de junho de 2003
Atualização 83 – Cem dias após o surto
17 de junho de 2003
Atualização 82 – Mudança nas recomendações de viagem para Taiwan
16 de junho de 2003
Atualização 81 – Reunião científica da OMS sobre SARS abre amanhã
13 de junho de 2003
Atualização 80 – Mudança nas recomendações de viagem para partes da China, situação em Toronto
12 de junho de 2003
Atualização 79 – Situação na China
11 de junho de 2003
Atualização 78 – Situação em Toronto
10 de junho de 2003
Atualização 77 – Funcionários da OMS visitam a China
9 de junho de 2003
Atualização 76 – Situação na China, Taiwan e Hong Kong
6 de junho de 2003
Atualização 75 – Atualização sobre a situação em Cingapura
5 de junho de 2003
Atualização 74 – Declínio global de casos e mortes continua
4 de junho de 2003
Atualização 73 – Não há novas mortes, mas é necessária vigilância para casos importados
3 de junho de 2003
Atualização 72 – Situação na China
2 de junho de 2003
Atualização 71 – Status dos testes de diagnóstico, curso de treinamento na China
30 de maio de 2003
Atualização 70 – Cingapura removida da lista de áreas com transmissão local SARS
29 de maio de 2003
Atualização 69 – Situação na China
28 de maio de 2003
Atualização 68 – Situação SARS em Taiwan
27 de maio de 2003
Atualização 67 – Resolução da SARS aprovada, situação em Taiwan
26 de maio de 2003
Atualização 66 – Situação em Toronto, interpretação de “áreas com transmissão local recente”
23 de maio de 2003
Atualização 63 – Organização Mundial da Saúde muda as recomendações de viagem para Hong Kong e Guangdong
22 de maio de 2003
Atualização 62 – Mais de 8000 casos relatados globalmente, situação em Taiwan, dados sobre transmissão a bordo, relatório na província de Henan, China
21 de maio de 2003
Atualização 61 – A OMS estende seus conselhos de viagem relacionados à SARS a toda a província de Taiwan, China
20 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 60
19 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 59
17 de maio de 2003
Síndrome respiratória aguda grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 58
16 de maio de 2003
Síndrome respiratória aguda grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 57
15 de maio de 2003
Síndrome respiratória aguda grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 56
14 de maio de 2003
Síndrome respiratória aguda grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 55
13 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 54
12 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 53
10 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 52
9 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 51
8 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 50
7 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 49
6 de maio de 2003
Síndrome respiratória aguda grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 48
5 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 47
3 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 46
2 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 45
1 de maio de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Surto de vários países – Atualização 44
30 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Surto de vários países – Atualização 43
29 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Surto de vários países – Atualização 42
28 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Surto de vários países – Atualização 41
26 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização de surtos de vários países 40
25 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização de surtos de vários países 39
24 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização de surtos de vários países 38
23 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) Atualização em países múltiplos 37
22 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 36
21 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 35
19 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 34
18 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 33
17 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 32
16 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 31
15 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 30
14 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 29
12 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 28
11 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 27
9 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 25
8 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 24
7 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 23
5 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 22
4 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 21
3 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 20
2 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 19
2 de abril de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 18
31 de março de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 15
29 de março de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 14
28 de março de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 13
27 de março de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 12
27 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 11
26 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 10
25 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 9
24 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 8
22 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 7
21 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 6
20 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 5
19 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 4
18 de março de 2003
Surto de vários países com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – Atualização 3
17 de março de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização 2
16 de março de 2003
Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – surto de vários países – Atualização
12 de março de 2003
Síndrome respiratória aguda na Região Administrativa Especial de Hong Kong da China / Vietnã
27 de fevereiro de 2003
Gripe A (H5N1) na Região Administrativa Especial de Hong Kong da China – Atualização 2
20 de fevereiro de 2003
Gripe A (H5N1) na Região Administrativa Especial de Hong Kong da China – Atualização
20 de fevereiro de 2003
Síndrome respiratória aguda na China – Atualização 3
19 de fevereiro de 2003
Gripe A (H5N1) na Região Administrativa Especial de Hong Kong da China
14 de fevereiro de 2003
Síndrome respiratória aguda na China – Atualização 2
12 de fevereiro de 2003
Síndrome respiratória aguda na China – Atualização
11 de fevereiro de 2003
Síndrome respiratória aguda na China
8 de fevereiro de 2002
2002 – Isolamento do vírus H5 em aves de capoeira em Hong Kong Special Administrative
18 de maio de 2001
2001 – Isolamento do vírus influenza A (H5N1) em aves de capoeira na Região Administrativa Especial de Hong Kong da China
17 de maio de 2001
2001 – Isolamento do vírus influenza A (H5N1) em aves de capoeira na Região Administrativa Especial de Hong Kong da China
18 de janeiro de 2000
2000 – Pólio na China

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Diretor do Cafetorah


Biografia Miguel Nicolaevsky

Miguel Nicolaevsky nasceu no Rio de Janeiro em 1969. Cresceu na Tijuca onde terminou seus estudos secundários e fazendo cursos extra-curriculares em Diagramação, Desenho Publicitário e Design Têxtil. Logo a seguir iniciou uma carreira como desenhista têxtil e publicitário, passando rapidamente a diretor de Criação, exercendo esta função até sua imigração para o Estado de Israel em 1996. Miguel se casou com Cristina Figueira em 1991 com quem imigrou para o país morando inicialmente na região norte. O casal tem três filhos, um jovem, uma adolescente e uma menina. Todos os filhos nasceram em Israel. Miguel é poliglota dominando o Português, Hebraico, Inglês e Espanhol. Compreende e pode se comunicar em diversos outros idiomas. A partir de 1997, Miguel cursou programação de sistema e software na Faculdade de Rama no norte de Israel e Multimídia em uma filial da Apple computers em Haifa. Em 1999 começou a trabalhar no setor de tecnologia passando por grandes empresas até chegar a posição de Diretor de Equipe de UI e UX na multinacional Amdocs. Lecionou Multimedia na faculdade SelaGroup em Bnei Brak, Israel. Lecionou aula inaugural na FATEF no RJ. Em 2004 Miguel Nicolaevsky iniciou os trabalhos do cafetorah.com, um novo veículo de notícias e informações em português, gerenciado direto de Israel. O portal por sua vez foi crescendo com o tempo e uma loja virtual foi adicionada em 2009. Esta foi a primeira loja de produtos de Israel enviando artigos direto do país para o Brasil. Miguel Nicolaevsky também estudou no Israel College of Bible onde curso e conclui com sucesso Pesquisa Bíblica, Interpretação da Torah, Filosofia Judaica, Filosofia Grega, História Bíblia e de Israel, Teologia, Metodologia de Pesquisa, Criticismo Bíblico, Hebraico Bíblico e Aramaico Bíblico. Profundo conhecedor da Bíblia e de línguas semíticas, escreve artigos diariamente para a Israel Agency e o Cafetorah. É um palestrante requisitado no meio judaico messiânico. Autor de 7 livros publicados sobre judaísmo, festas bíblicas, geografia e guia de viagem no Amazon e impressos em Israel. Prestou entrevistas e assessorou ao Jornal da Record em reportagens falando sobre a Conquista da Terra Prometida. Considerado hoje autoridade em Arqueologia Bíblica, História de Israel e Hebraico Bíblico para o público brasileiro.

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